sábado, 7 de fevereiro de 2015

O caminho da doença - O caminho da cura -

          


Aos 40 anos, na mágica virada do milênio, recebi um diagnóstico: 
que as vozes que eu estava escutando, o surto de ira incontrolável, os pensamentos rápidos, a euforia, ausência de sono, cansaço, tristeza,
eram sintomas psicóticos devido a um distúrbio de humor bipolar - conhecido como bipolaridade.
 Já se vão 14 anos em tratamento.

 Minha relação com os fármacos nunca foi muito boa
devido aos efeitos colaterais no corpo,
no raciocínio
e nos processos mentais.

        Aos 18/19 anos interrompi um tratamento para desmaios -
diagnosticada como disrritmia cerebral paroxística -
pois me era impossível fazer faculdade estando medicada com Gardenal.
         Nessa época eu perdia os sentidos quando ficava em lugares abafados,
fechados
ou super lotados.
         Disseram-me que ambos os hemisférios cerebrais funcionavam ao mesmo tempo
e eu tinha um "curto-circuito".
         Suspendi os medicamentos e passei a evitar esse tipo de lugares e situações.

         Quando, aos 40 anos, sobreveio a Bipolaridade voltei a brigar com os farmacos.

          Nunca cheguei a considerar os sintomas que eu apresentava
como doença ou como irreais.
Sempre acreditei que o problema se resumia a uma questão muito simples: o comportamento.
         Mas como me comportar de maneira socialmente aceitável com questões que eu desconhecia?
         O diagnóstico que eu mesma fazia
e que os novos conhecimentos me ajudaram a corroborar
era que a euforia, a tristeza, o deslumbramento
ou qualquer outra reação que eu tivesse
devido a uma determinada percepção,
eram a causa da alteração de humor
e não a percepção em si.

         Inicialmente o tratamento consistiu em medicamentos anti psicótico + estabilizador de humor + um comprimidinho "sossega leão"

o surto de violência era algo realmente muito difícil de lidar,
não só o de violência física como e talvez principalmente
a violência e desafio verbal.

         Ao chegar no interior, onde resido até hoje
e iniciar o tratamento com uma psiquiatra os medicamentos foram mudando
de acordo com cada fase pela qual eu passava
até o momento de permanecer somente com o estabilizador de humor
e recorrer ao anti psicótico somente ao perceber um agravamento dos sintomas.

         A BelaFada Dra. Simone foi psiquiatra, psicóloga e, principalmente, amiga.
Considerou as minhas considerações, aceitou a minha família como co-responsáveis pelo tratamento e o medicamento reduziu-se ao mínimo
tendo como nosso "medidor de normalidade" a consistência da fala e a ausência da agitação da fala, dos pensamentos e a motora.
 Durante todos esses anos contei com o apoio da minha família, da psiquiatra e dos amigos e fomos "afinando" esse diagnóstico.
         Para mim ainda não estava bom.
Tomar carbolitium,
fazer exames de sangue regulares...
         Há mais ou menos dois anos começaram os sintomas relativos à menopausa -
a cada dia um sintoma diferente: calores, dores nos ossos, enxaqueca etecétera.

         A quantidade de títulos de fármacos foram aumentando;
a de exames clínicos também -
eu estava cercada de doença por todos os lados
e a maioria com previsão de "tomar remédio por toda a vida".
         Desespero dos desesperos!!!
         Comecei a procurar outras formas de lidar com tudo isso,
pesquisei na net, com amigos, recebi indicações, fiz cursos:
Astrologia, Antroposofia, Cura, Equilíbrio Energético, Equilíbrio Emocional etecétera. 

         Consegui compreender o momento astrológico que vivi naquela época
e que, coincidentemente
correspondia ao "Bug do Milênio" nas comunicações
e a um verdadeiro bombardeio de energias muito conflitantes ao meu signo, Escorpião.

        Comecei também a compreender a menopausa,
numa visão física, emocional e psico-espiritual.

E finalmente comecei a encontrar um aliado para a minha luta pessoal.
Eu não queria a tarja, o estigma de doente mental,
não aceitava deixar de "ver", parar de escrever,
não queria deixar de ter um funcionamento mental analítico, criativo e bem humorado.

Passei tempo demais procurando o porque de ter ficado doente.
Tempo demais procurando o acontecimento alfa
que tivesse desencadeado tamanha diferença em minha vida,
na maneira de ver e escutar o mundo.
Havia um ímpeto interno que se recusava a aceitar um diagnóstico de doença incurável.
Queria o porque de tudo pois acreditava que,
em o possuindo eu poderia advogar em causa própria
e me empoderar dos sintomas que considerava positivos e até supra normais.

         Aquilo para mim ainda era o mesmo que grego antigo traduzido para o português,
mas os estudos foram abrindo caminho
para conceitos muito alheios à toda a minha compreensão e formação.

         E quando eu já estava preparada,
quando os conhecimentos adquiridos no passado começaram a fazer sentido
agora no presente
e quando o conhecimento adquirido na atualidade se encaixaram com o passado
o caminho abriu-se diante de mim,
o Mestre apareceu!

Uma grande amiga me apresentou ao Sistema de Cura Holográfica,
assisti a palestra e pensei:  - Gottcha!
Afinal algo que fazia sentido para mim, graças a Jáh!

Me foi apresentado o Sistema de Cura Holográfica,
o Belo Professor Horácio Frazão,
a física quântica, o retorno da cinesiologia
o retorno da meditação e do relaxamento!

Me encantei!
e iniciei um tratamento no Sistema de Cura Holográfica
com o Professor Horácio Frazão:
um tratamento que considera outras questões além do físico!

A primeira ativação holográfica, conhecida como "shift", foi mágica!
Tenho uma metáfora para isso:
         Me pareceu que todo o cabedal de conhecimento,
adquirido ao longo da vida, estava em uma fila
e esta fila, em algum ponto, estava interrompida.
A ativação liberou esse fluxo.
E tudo fluiu!
O mental Google funcionou! O trânsito estava livre!

         E muitas outras coisas começaram a voltar.
Inclusive a memória agregada ao conhecimento.

Comecei a ser capaz de fazer um balanço da doença.
Em termos clínicos, dos efeitos,  as mudanças...
Enquadrados numa normalidade pessoal e social.

"Uma prece ao que foi, da maneira como foi, pois aqui estou hoje, e hoje estou feliz!"
A segunda ativação foi para os sintomas físicos - dores, dores, e mais dores.
O mantra, a holofrequência, as palestras, o curso ...
Voltei a conversar com o corpo
depois de mais de uma década conversando só com a cabeça.
E o corpo me falou de ancestralidade e sabotadores internos.
"Uma prece aos meus antepassados. Uma prece aos mestres todos!"

Na terceira ativação, o mantra, a holofrequência, a água,
um mergulho no emocional, no ancestral, no macro
me trouxeram de volta a consciência ambiental, planetária.
Voltei a lidar com a energia sexual.
Delícia das delícias!
"Uma prece para a água. Uma prece para o planeta. Uma prece para a cura"

         Ao chegar na quarta ativação conversei com meu marido
e resolvemos que eu suspenderia a bateria de fármacos,
inclusive o estabilizador de humor
e faríamos uma avaliação pelos próximos quarenta dias.
O fato de estarmos sem o convênio da Unimed também
pesou como um ponto favorável
que também estaria nas nossas considerações
afinal convênio é seguro-saúde mas
a base, o alicerce, é a doença ou pelo menos, o medo de ficar doente,
o medo de não ter assistência capacitada e a tempo.

E é nesse ponto que me encontro agora.
A melhor avaliação que faço do tratamento é de um "desatador de nós".
Os mentais, os emocionais, os físicos, psicológicos e espirituais.
Havia sempre um determinado ponto de obnubilação da consciência 
que causava em mim um "estado de loucura mental"
um estado de escuridão tão profundo e doloroso 
que à simples aproximação já fazia tudo voltar ao começo, ao medo.
Um centro na consciência onde a mente não alcançava
e onde residia o pânico.

Costumava chamar esse estado de "cachorro correndo atrás do rabo"
Meu marido dizia que era uma "sinuca de bico"
e dizia que eu precisava de um "jump" kkkk

- como fosse um buraco 
ou uma barreira 
que sugava o sentido 
dos acontecimentos,
dos saberes, dos sentires,
do raciocínio.

A isso eu chamava escuridão.

Insanidade.

De nada levando a lugar nenhum.

E era um nó.

E eu pude perceber exatamente isso acontecendo.

O nó se desfazendo.

E tudo fluindo.

E entendi que a ativação holográfica era o tal do "jump"

 - um caminho entre o nada e lugar nenhum.

         Sensacional!
         Estudar, participar dos cursos, assistir às palestras também tem sido essencial para esse processo.
         Faz parte de encontrar um repertório apropriado
para colocar questões que para mim são essenciais,
baseadas em percepções não usuais.
         Encontrar termos e conceitos para uma compreensão maior
sobre tudo o que tanto estudei e pesquisei e,
numa ótica menos esotérica, mais física, quântica e cósmica e concreta.

Coloquei o macro dentro do micro e coube!
É isso ai!
Estou curtindo muito essa nova maneira de encarar a saúde,
a visão de mundo
e os relacionamentos inter pessoais.

Tenho certeza que meus familiares também estão
- muito embora não seja tão fácil assim
lidar com a quantidade de aspectos e conceitos que a Cura Holográfica envolve.

Acredito firmemente que até meus antepassados,
na eternidade, estão passando por esse processo.

E agora estou perto de estar apta a voltar para o caminho de ir além da mente, além do mental humano, rumo ao Meta Humano! Rumo ao que vem depois da noção do tempo e da noção de espaço.

Com o tratamento veio também, de bônus, um grupo de Amigos Holográficos
nesse lugar mágico onde as consultas e cursos são
ministrados
o Lindo Espaço Enigma,
uma livraria mágica, esotérica
e bem ao estilo de "Brida", do Paulo Coelho.
Hoje sinto-me co-participante da realidade que me envolve 
- ainda em "um mundo particular, só meu", como me disseram uma vez?
a resposta não faz diferença afinal
nada diferente do que é para cada pessoa nessa vida...  
oito bilhões de pessoas ... 
oito bilhões de universos ... 
oito bilhões de mundos.
Não dá para ser igual mesmo
basta ser saudável!

Valeu! Gratidão eterna à todos! Família, amigos, colaboradores, amparadores, visíveis e invisíveis, dimensionais e multidimensionais! Gratidão à Vida, ao Amor e à Paz! Gratidão à Harmonia, à Amizade, e a vós, Tempo!
Paz & Consciência!  Holográfico Abraço!

.01.2015 - Depoimento sobre as mudanças que tenho percebido desde que iniciei o tratamento com o Sistema de Cura Holográfica.

Um comentário:

  1. Que lindo Vilma. Fico feliz em saber. A briguenta aqui te adora muito. Hehe
    Salve nossas forças

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“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós”
- Antoine de Saint-Exupéry

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